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Da Temperança - Marcel De Corte

Da Temperança - Marcel De Corte

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Da Temperança

A virtude que desapareceu da alma moderna

Marcel De Corte resgata a temperança como virtude cardeal, esquecida tanto no vocabulário quanto na conduta dos homens entregues às delícias da “sociedade de consumo”.

01

Uma virtude esquecida

A palavra desapareceu do vocabulário do homem médio, assim como da “elite” intelectual e religiosa.

02

Uma virtude cardeal

Embora ocupe o último lugar, depois da justiça, da prudência e da fortaleza, intervém em quase todas as finalidades da vida cotidiana.

03

Um grande tomista

Escrito por um dos quatro grandes filósofos tomistas de língua francesa do século XX.

Uma aposta contra
a sociedade de consumo

Refletir e escrever hoje em dia a respeito da temperança é uma aposta. Mais que a palavra, foi a própria realidade dessa virtude que se evaporou da alma dos homens.

A palavra e a realidade.

Não foi apenas o nome da temperança que caiu em desuso: a própria virtude se evaporou da alma dos homens entregues às delícias da “sociedade de consumo”.

Os católicos não escapam.

O balanço negativo atinge também os católicos, tanto no ensinamento que recebem quanto na sua conduta.

Como no fim do Império Romano.

De Corte compara a situação atual à do fim do Império Romano, tal como Santo Agostinho a descrevia.

Ensinar a temperança.

Para que fosse diferente, seria necessário ensinar a temperança como virtude, e até mesmo como virtude cardeal, presente em quase toda a vida cotidiana do homem.

Nas palavras de Santo Agostinho

“Encontrar-se-á, afinal, facilmente um cristão que se comporte como deveria em relação aos ímpios, cujo orgulho assustador, luxúria, cobiça, iniquidades e sacrilégios abomináveis obrigaram Deus a esmagar o universo, conforme sua ameaçadora predição?”

Santo Agostinho

Citado por Marcel De Corte em Da Temperança

Marcel De Corte

Marcel De Corte (1905–1994) é um dos quatro grandes filósofos tomistas de língua francesa do século XX.

Representante de uma corrente que questiona as evoluções e transformações sociais decorrentes da Revolução Francesa, as quais deram origem à nossa chamada sociedade “moderna”, considera o igualitarismo, a urbanização, a globalização e o marxismo manifestações da desintegração social e moral do homem, que rejeita, de maneira suicida, a condição natural que lhe é própria.

Detalhes do
Produto

Autor
Marcel De Corte
Páginas
152
Capa
Brochura
Tamanho
14 × 21 cm

Dúvidas frequentes sobre
Da Temperança

Sobre o que é este livro?

Marcel De Corte reflete sobre a temperança, virtude que desapareceu tanto do vocabulário quanto da conduta dos homens de hoje, e mostra por que ela precisa voltar a ser ensinada como virtude cardeal.

Qual é o lugar da temperança entre as virtudes?

É uma das virtudes cardeais. Ocupa o último lugar, depois da justiça, da prudência e da fortaleza, mas intervém, quando exercida, em quase todas as finalidades da vida cotidiana do homem.

Por que o autor fala da “sociedade de consumo”?

Porque, segundo ele, a realidade da temperança se evaporou da alma dos homens entregues às delícias da sociedade de consumo, e nem os católicos escapam a esse balanço negativo.

Qual é a relação do livro com Santo Agostinho?

De Corte compara a situação atual à do fim do Império Romano, tal como Santo Agostinho a descrevia, e cita o santo para mostrar como era raro um cristão que se comportasse como deveria.

Quem foi Marcel De Corte?

Filósofo (1905–1994), um dos quatro grandes tomistas de língua francesa do século XX, crítico das transformações sociais decorrentes da Revolução Francesa.

Qual é o formato desta edição?

Edição em brochura, no formato 14 × 21 cm, com 152 páginas.

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