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Da Prudência - Marcel De Corte

Da Prudência - Marcel De Corte

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Da Prudência

A virtude que guia a razão na realização do bem

Marcel De Corte apresenta a prudência como a principal das virtudes cardeais, aquela que, segundo Santo Tomás de Aquino, é a mais necessária à vida do homem.

01

Feito para a felicidade

O homem foi feito para alcançar a bem-aventurança eterna, à qual deve chegar por meio dos atos da vida presente.

02

A principal virtude cardeal

Ao lado da fortaleza, da temperança e da justiça, a prudência é a principal das virtudes cardeais.

03

Um grande tomista

Escrito por um dos quatro grandes filósofos tomistas de língua francesa do século XX.

Agir bem para
alcançar o fim último

Para ajudar o homem a alcançar a visão de Deus face a face, é necessário que habitus específicos, isto é, disposições estáveis, auxiliem nossas faculdades a ordenar nossos atos segundo a reta razão. Este é o objeto das virtudes cardeais.

A bem-aventurança eterna.

O homem foi feito para ser feliz, e sua felicidade consiste na visão de Deus face a face, alcançada por meio dos atos da vida presente.

As virtudes da vontade.

Submetida às paixões, a vontade deve ser fortalecida pela fortaleza e pela temperança; em relação ao próximo, deve ser regulada pela justiça.

A virtude da razão.

Como todo ato humano nasce da inteligência e da vontade, é preciso uma virtude que regule a atividade diretora da razão na realização do bem: a prudência.

A mais necessária.

Dessa virtude dependem a bondade moral de nossas ações e o seu valor sobrenatural. Por isso ela é a principal das virtudes cardeais.

Nas palavras de Santo Tomás

“[A prudência] é a virtude mais necessária à vida do homem.”

Santo Tomás de Aquino

Citado por Marcel De Corte em Da Prudência

Marcel De Corte

Marcel De Corte (1905–1994) é um dos quatro grandes filósofos tomistas de língua francesa do século XX.

Representante de uma corrente que questiona as evoluções e transformações sociais decorrentes da Revolução Francesa, as quais deram origem à nossa chamada sociedade “moderna”, considera o igualitarismo, a urbanização, a globalização e o marxismo manifestações da desintegração social e moral do homem, que rejeita, de maneira suicida, a condição natural que lhe é própria.

Detalhes do
Produto

Autor
Marcel De Corte
Páginas
184
Capa
Brochura
Tamanho
14 × 21 cm

Dúvidas frequentes sobre
Da Prudência

Sobre o que é este livro?

Marcel De Corte apresenta a prudência, a virtude que regula a atividade diretora da razão na realização do bem, e mostra por que ela é a principal das virtudes cardeais.

O que são as virtudes cardeais?

São os habitus que auxiliam nossas faculdades a ordenar nossos atos segundo a reta razão: a prudência, a justiça, a fortaleza e a temperança.

Por que a prudência é a principal delas?

Porque todo ato humano é fruto da inteligência e da vontade, e a bondade moral de nossas ações depende de uma virtude que regule a razão. Segundo Santo Tomás de Aquino, ela é “a virtude mais necessária à vida do homem”.

Qual é a relação deste livro com Da Temperança?

Os dois são de Marcel De Corte e tratam de virtudes cardeais: Da Temperança trata da virtude que fortalece a vontade diante das paixões; Da Prudência, da virtude que guia a razão na realização do bem.

Quem foi Marcel De Corte?

Filósofo (1905–1994), um dos quatro grandes tomistas de língua francesa do século XX, crítico das transformações sociais decorrentes da Revolução Francesa.

Qual é o formato desta edição?

Edição em brochura, no formato 14 × 21 cm, com 184 páginas.

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