Box - Protestantes Voltem Para Casa

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1. Heresia Protestante (Dr. Carlos de Laet)

"... permita-me que ainda uma vez reclame os seus artigos nos diários do Rio. Olhe lá, meu amigo, que bem diz a sabedoria do povo: Cavalo de corrida morre na pista. Não queira depor a pena antes do tempo. Ela nos faz uma falta imensa, aos católicos principalmente... A sua colaboração hebdomadária no Jornal do Brasil e no País era um púlpito que falava aos auditórios mais refratérios da República inteira, desculpe, do Brasil inteiro. Púlpito da fé, da verdade e da moral; e, às vezes, um látego benéfico... Quanto benefício não fizeram aqueles beliscões torcidos com tamanha naturalidade, engenho e arte? Para mim é certo que muita gente engoliu cusparadas contra a Igreja, só porque o Laet estava na brecha. Volte, volte à imprensa, meu bom amigo, aproveite até o fim os talentos que lhe deu Nosso Senhor. Pense nisto: muitos homens só leem coisas de Religião em artigos de Laet." - Cardeal Dom Sebastião Leme.

Dr. Carlos de Laet (1847-1927) conta-se entre um dos maiores intelectuais leigos católicos da história do Brasil. Escreveu cerca de 3000 artigos para inúmeros jornais, traduziu para o português a Rerum Novarum e foi feito Conde Romano pelo Papa. Também foi membro-fundador e presidente da Academia Brasileira de Letras, bem como professor e diretor do colégio Pedro II. Entrou em um debate com o pastor protestante Alvaro Reis e o presente livro contempla o resultado desse grande confronto.

2. Index Librorum Prohibitorum, a edição de 1564

O Index Librorum Prohibitorum (índice dos livros proibidos) de 1564 é um livro histórico do Concílio de Trento que pretendeu oferecer resistência a um manancial de obras publicadas naquele tempo que atentavam violentamente a Santa Fé. São três as justificativas para adquirir esta obra: 

(i) Como a Inquisição e as Cruzadas, o Index tem sido caluniado através dos séculos. Porém, enquanto os dois primeiros fatos históricos possuem obras desmistificadores traduzidas para o português, o último nunca foi defendido por católicos no Brasil. Por isso, convidamos três intelectuais para escrever artigos sobre o Index e o cenário da sua elaboração. O professor Sidney Silveira versou sobre o Index Librorum Prohibitorum e a pertinência de se proibir os maus livros. O prof. Carlos Nougué tratou do Concílio de Trento e o prof. Angueth abordou a revolução protestante.
(ii) O Index possui um valor histórico inestimável.  O Padre Júlio Maria Lombaerde define assim as grandes joias do concílio tridentino: “Três providências admiráveis e eficazes foram tomadas para a direção geral da religião que são: a fundação dos seminários para a formação do clero; a instituição do Index para o exame e condenação dos maus livros; e a redação do Catecismo do Concílio de Trento, que é o modelo dos nossos catecismos atuais...” (Diabo, Lutero e o Protestantismo, 1937, p.235).
(iii) Contém uma introdução do papa Pio IV, um prefácio composto pela Delegação do Sínodo Tridentino e dez regras úteis para os estudos de homens doutos, sem prejuízo da verdade e da religião. As regras são particularmente importantes no dizer do pe. Félix Sardá y Salvany: “E o mesmo Index contém acaso os títulos de todos os livros proibidos? Não figuram à frente dele com o caráter de Regras Gerais do Index certos princípios a que deve ater-se um bom católico para considerar como maus muitos impressos que o Index não designa, porém que sobre as regras dadas quer que julgue e fale por si próprio cada um dos leitores?” (O Liberalismo é Pecado, 2016, p.149).

"... como, porém, a leitura dos livros publicados pelos hereges não só costuma corromper os homens mais simples, mas não raramente induz também os varões doutos e eruditos a erros vários e a opiniões alheias à verdade da fé católica, consideramos necessário tomar providências quanto a este fato. Como sabemos que o remédio mais conveniente contra este mal seria a composição e a publicação de um Índice ou Catálogo de livros que são heréticos, ou suspeitos da perversão herética, ou certamente nocivos aos costumes e à piedade, apresentamos essa proposta ao Sínodo Tridentino, que, composto de um número abundante de bispos e de varões doutíssimos, designou para a confeccção do Índice muitos prelados, insignes não só pela doutrina, mas também pelo discernimento, de quase todas as nações, os quais, com grande labor e muitas vigílias, completaram o índice, com a ajuda de Deus, e também com a convocação de certos teólogos muito seletos para prestar conselho". - Papa Pio IV.

3. Objeções e Erros Protestantes com as Respectivas Respostas Irrefutáveis (Pe. Julio Maria de Lombaerde)

"Acabo de ler o seu novo livro. Estou encantado com a sua exposição luminosa de verdades, deturpadas pelos protestantes. O seu livro é, no dizer do Profeta: in tenebris lux (Is 58,10). Nessas páginas, como nos seus outros livros, sente-se sempre a mão vigorosa do lutador, a dialética formidável do polemista, o conhecimento profundo do exegeta e a doutrina firme do teólogo: ramos da Ciência Sagrada, em que V. Revma. tem se revelado mestre exímio. De todo coração concedo-lhe o Imprimatur do novo livro, e faço votos que penetre em todas as famílias, para mostrar a todos a verdade católica e o erro protestante.

Deus lhe dê saúde e força para produzir mais outras obras deste jaez, pois são a honra da Igreja e do Clero, como são uma barreira intransponível aos erros que invadem a nossa sociedade. Com a minha benção, para o autor e o livro, mando-lhe a expressão de minha sincera estima.

Humilde servo Carloto,
Bispo de Caratinga"

Pe. Júlio Maria de Lombaerde (1878-1944) é um padre belga/francês que começou a vida religiosa como missionário na África e pregou na Europa antes de vir para o Brasil em 1912. Durante as décadas seguintes, fundaria três congregações, um seminário, dois colégios, hospital, abrigo e patronato. O Servo de Deus também possui uma vasta obra literária que abrange 63 livros e centenas de cartas já mapeadas. A presente obra foi elaborada com base no compêndio das respostas aos protestantes publicada no seu jornal, O Lutador.

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